Não sei bem, se ao certo, sempre ocorrerá o sentimento que ultimamente carrego, que versa sobre mim. O que ocorre é que me considero demasiado humano, ou seja, deixo minha natureza animal abandonada. Uma vez Hesse me disse: - a pior batalha de um homem é com a sua própria natureza. Essa batalha me faz perguntar o que realmente sou. Sou mais humano, bonzinho, seguidor de uma "moral" (subjetivamente a moral é criada pelos outros como padrão comum) ou sou mais animal, me lançando a minha própria sorte (e dane-se a moral e o resto). Enfim, me resta a dúvida.
Ora, talvez seja melhor ser humano quando me convém e ser animal e vice-versa. O problema da solução simples é que efetivamente não resolve meu problema, pois continuo na incerteza, ou seja, nunca sei o que é apropriado ao momento. E o pior, quando não se toma partido, não se segue efetivamente o pensamento momentâneo, pois, sou animal me questionando se não deveria ser mais humano...E humano pensando: - Se eu ligar o foda-se...
Bons tempos da certeza. Sou humano e pronto. Sou animal e daí! Essa é a minha escolha! Ah... a escolha... Não foi escolhida, foi empurrada pela sociedade. Acho que a certeza sobre meu ser é uma imposição da sociedade, sociedade baseada nas certezas. É isso camaradas, o lance é não ter certeza, pois a certeza, é imposição social e não devo me render à ela. Ou devo?
Ahhhhhh.............Dá-me tequila senhor!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário