sábado, 29 de agosto de 2009

Una mulata muy guapa!

Buenas, así que comenza lo que me pasó ayer cuando estaba en el coche...

Pensando na liberdade do vento no meu rosto, que gritava palavras soltas e sem sentido. Batia forte a adrenalina que acelerava ainda mais o sentimento. Pisava fundo no acelerador do carro, o velocímetro subia disparado. Adrenalina aumentava ainda mais reiniciando o ciclo. Círculo vicioso. O frenesi tomou conta de mim, e o autocontrole estava longe demais. Demasiado lejos de mi. O tempo passava lento e a calmaria chegava devagar. Não sei ao certo quanto tempo passou e qual a velocidade final, mas quando me dei por mim, freei bruscamente. O coração ainda batia forte, mas freando também.

Bom, refletindo sobre a minha falta de controle pude perceber que com aqueles pensamentos também vinham outros, sobre ciclos viciosos, que nos acorrentam a pesos incarregáveis, e acabamos por estacionar na justificativa.

Meus projetos de ir para o México estão presos à esses ciclos. Quando tinha tempo para ir, reclamava que não tinha plata suficiente. Hoje, que graças ao meu trabalho já não me faltam tais recursos financeiros, reclamo da falta de tempo. Observei que sempre faltava alguma coisa, e sempre se alternavam. Pois, descobri que a raiz do problema sou eu, que protelei demais os meus projetos sonhos, e agora fico por aí, perdendo o controle. E salve-se quem puder!!! Fiquei reprovado na prova prática do DETRAN por 2 vezes!!!

Ai caramba! Que malo tío...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Demasiado humano.

Não sei bem, se ao certo, sempre ocorrerá o sentimento que ultimamente carrego, que versa sobre mim. O que ocorre é que me considero demasiado humano, ou seja, deixo minha natureza animal abandonada. Uma vez Hesse me disse: - a pior batalha de um homem é com a sua própria natureza. Essa batalha me faz perguntar o que realmente sou. Sou mais humano, bonzinho, seguidor de uma "moral" (subjetivamente a moral é criada pelos outros como padrão comum) ou sou mais animal, me lançando a minha própria sorte (e dane-se a moral e o resto). Enfim, me resta a dúvida.

Ora, talvez seja melhor ser humano quando me convém e ser animal e vice-versa. O problema da solução simples é que efetivamente não resolve meu problema, pois continuo na incerteza, ou seja, nunca sei o que é apropriado ao momento. E o pior, quando não se toma partido, não se segue efetivamente o pensamento momentâneo, pois, sou animal me questionando se não deveria ser mais humano...E humano pensando: - Se eu ligar o foda-se...

Bons tempos da certeza. Sou humano e pronto. Sou animal e daí! Essa é a minha escolha! Ah... a escolha... Não foi escolhida, foi empurrada pela sociedade. Acho que a certeza sobre meu ser é uma imposição da sociedade, sociedade baseada nas certezas. É isso camaradas, o lance é não ter certeza, pois a certeza, é imposição social e não devo me render à ela. Ou devo?

Ahhhhhh.............Dá-me tequila senhor!

domingo, 23 de agosto de 2009

uma aventura de domingo

O domingo é um dia que não há nada de interessante, pelo menos em casa. O dia que temos os programas de auditório, os programas jornalísticos, as mesas redondas do futebol, entre outras coisas mais....Ah, não posso deixar de lembrar da música do "domingo maior", aquilo é uma derrota e saber que a segunda vai começar em forma de porrada, de preferência os toscos filmes com Van Damme estrelando ou o famoso bigode de Charles Bronson em seu desejo-desejo-desejo- de matar, entre outras cositas más e bem MÁS.

O que pode-se fazer em um domingo? Uma boa volta cultural é uma dica, ver exposições, filmes, mas escolher este dia para fazer uma tour enriquecedora pode ser desastrosa, principalmente quando junta a ressaca,as crianças hiperativas,o cinema vazio e um casal com o marmanjo chamando a sua amada de tetéia e ouvir os comentários mais toscos desse ser no meio do filme, talvez não seja um bom dia para se dedicar a você com programas culturais, sério. O que fazer em um domingo? Bom, não posso responder, mas alguma coisa (in)útil eu fiz.

A viagem até o CCBB é prazeirosa, chegar lá é uma boa e prometo durante a semana ver com mais afinco a exposição que aconteceu por lá que é a "Virada Russa", experiência única ver pérolas de Kandinsky,Malevich, entre outros seres artistas daquele país da vodca, aliás, como gosto de vodca...

Ah, mas aqui é tequila, é o tal do bebo e esqueço...

ps. prometo durante a semana escrever impressões sobre a tal virada dos vodcas comunas!

de cortesia.

A necessidade de expressão sempre fez parte dos seres humanos, até mesmo aqueles que só falam ou escrevem inutilidades. O blog que vocês estão lendo nada mais é que uma fórmula de expressar, seja com alguma seriedade, com algum humor ou com alguma inutilidade, mas por favor, aceitem esta tequila! É cortesia.

Bem vindos.

Tequila sí! pero no mucho...

Buenos camaradas esquerdistas! Chega a vós, nossa voz ébria entequilada. Tequila, bebida originária do México, fermentado a partir da planta Agave tequilana. Em alguns lugares é costume colocar larvas de insetos e outros seres, ao qual chamam de gusanos, e bebê-los. Bom, acima de tudo, tequila é sagrado aos beberrões. E, por culpa dela, já reluzi partes íntimas ao luar na comemoração da idade referente à carta Louco (tarot de marselha). Sim, a culpa é dela! Envenena almas perdidas... Mas é uma relação de amor e esquecimento. Amo enquanto bebo, esqueço enquanto embriagado. E dane-se. Pois esqueci o que ia escrever, logo, estou embriagado. Essa é minha máxima: Esqueço logo bebo.